Vinada Cultural
Vinada Cultural 2026 movimentou 7 mil pessoas e vendeu mais de 6 mil cachorros-quentes no último final de semana. Próxima edição já tem data!

Vinada Cultural 2026 aconteceu nos dias 23 e 24 de maio e vendeu mais de XX itens. Crédito: Nay Klym
No último final de semana, nos dias 23 e 24 de maio, a Praça Afonso Botelho foi cenário de um dos eventos mais curitibanos que existem: a Vinada Cultural. Nos dois dias de evento, cerca de 7mil pessoas estiveram presentes e foram vendidos mais de 6 mil cachorros-quentes, além de 2 mil sobremesas e bebidas.
Até a chuva resolveu dar uma passadinha no evento, no domingo (24), mas nem ela foi capaz de espantar o público, que continuou curtindo os shows e os lanches com muita empolgação. Para Caroline Olinda, head do Bom Gourmet, “tivemos dois dias bastante positivos, com movimento e muita energia na praça. O curitibano é resiliente, gosta de viver a cidade e abraçou a Vinada Cultural mesmo debaixo de chuva. Isso reforça a força do evento e o quanto o pão com vina faz parte da identidade afetiva de Curitiba”, comenta.
O evento reuniu 13 operações gastronômicas, sendo nove delas de cachorros-quentes, que trouxeram receitas autorais e criativas do lanche a preços fixos de R$ 29 para adultos e R$ 19 para as crianças. As operações eram: Dogzera, Donas do Sabor, Dont Stop Hot Dog, Essen Biergarten, Expresso Lovizotto, Felipão Dogueria, Green Dog, Meia Boca e Scooby Dog.
E quando falamos de criatividade, não é exagero não! Tiveram criações como um cachorro-quente com pão de massa de pizza, lanches com queijo maçaricado, com vinagrete de pinhão e também nas versões alemãs com coleslaw, com Doritos e até batata-frita dentro.
Além dos hot dogs, também tinham cinco barracas de sobremesas, que trouxeram desde clássicos de Curitiba, como a famosa Torta Martha Rocha, até sorvetes, bolos, churros e também versões doces de cachorros-quentes. Quanto às bebidas, o evento contou com duas barracas comandadas pela Esquina do Choppe.
Quanto à parte CULTURAL da Vinada, a proposta desta edição era unir a gastronomia de rua com a arte de rua. Para isso, os artistas visuais Michel Davis, Bolacha e Eloá Cruz foram convidados para criarem painéis em estilo grafite ao longo do evento. Cada um deles ficou responsável por uma área e cada pintura buscava contar a história e tradição da Vina em Curitiba.
Para Nanna Mercury, coordenadora artística da Vinada Cultural, o evento vai além da gastronomia e se consolida também como uma celebração da identidade cultural curitibana, conectando a tradição do pão com vina a produção artística urbana da cidade. Segundo ela, a proposta desta edição foi aproximar o público de artistas locais que já fazem parte da paisagem de Curitiba.
“Fizemos uma pesquisa sobre a construção da identidade do termo ‘vina’ em Curitiba e, a partir disso, pensamos em trazer artistas curitibanos que vivem a cidade no dia a dia e conseguem traduzir essa identidade por meio da arte. A proposta também amplia a visibilidade da arte urbana e aproxima o público desses artistas que já fazem parte da paisagem da cidade”, afirma.
Além dos três artistas grafiteiros, o evento contou com apresentações de bandas, DJs e grupos folclóricos da capital paranaense, como: Banda Lenhadores da Antártida, Grupo Folclórico Alte Heimat, DJ Mady Forte, Banda Capivara Elétrica, DJ Mitay e Banda Sonora Blues.
O Ministério da Cultura apresentou a mostra cultural da Vinada Cultural. O evento foi patrocinado pela Britânia e Hellmann's e contou com apoio institucional do Instituto Municipal de Turismo de Curitiba e da Fundação Cultural de Curitiba (FCC).
E você está achando que acabou Vinada em 2026? Em novembro tem mais!
O evento de cachorros-quentes e cultura curitibana terá mais uma edição neste ano, que acontecerá nos dias 14 e 15 de novembro. Em breve, serão divulgados mais detalhes como: operações gastronômicas, atrações culturais e novidades que estão por vir…
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