
Guilherme Rodrigues
Notas Báquicas: O melhor dos vinhos
Boas novas de começo de ano

Crédito: Bigstock
Boas notícias
Para os amantes dos vinhos, 2026 trouxe a celebração do acordo comercial entre o Mercosul e União Europeia. Foi ajustada a redução do imposto de importação dos vinhos europeus no Brasil. Atualmente em 27%, a alíquota deverá ser reduzida progressivamente até zerar o final do ciclo de 8 anos. Como a Europa está saturada de vinho, precisando vender é bem possível que a conjugação desses dois fatores – oferta abundante e custo fiscal menor -, venha a tornar mais atraentes as etiquetas de preços. Poderemos beber vinhos a preços mais condizentes, ou subir a régua da qualidade sem gastar mais do que hoje numa garrafa menos atraente.
A moda em 2026
Nesse campo permanece a tendência de vinhos com boa presença de fruta, intensidade, porém sem peso. Mais elegantes, definidos, limpos e fluídos. Com baixos teores de madeira, ou nenhum conforme o caso.
Os champagnes e espumantes esboçam um caminho novo, com mineralidade mais acentuada, maior crocância do que habitualmente.
E cada vez mais vinhos bem feitos, com limpidez e definição, em todas as faixas de preços. Os vinhos de enologia menos cuidadosa perdem espaço progressivamente. O consumidor já aprendeu a deixá-los de lado.
Também a apelo crescente a tintos e brancos elaborados com uvas de vinhedos tratados com o mínimo de intervenções químicas e artificiais, bem como os mesmos princípios aplicados nas adegas, tanto quanto possível. Embora os vinhos naturais propriamente ditos sejam um nicho muito reduzido e para conhecedores, o apelo à valorização da natureza no processo de elaboração dos vinhos em geral tem sido crescente e bem recebido pelos aficionados.
Vinho do Porto, mesmo no calor
Sem dúvida um dos maiores vinhos do mundo, reputação secular ao lado dos Borgonha, Bordeaux e Champagne, o Vinho do Porto tem também seu lado versátil e casual.
Muito apreciado na Europa durante o verão, nas festas, baladas ou encontros casuais, o Port Tonic cada vez mais expande o número de aficionados. Num copo de long drink, muito gelo, uma dose de Vinho do Porto branco e água tônica. Pode arrematar com folhas de hortelã, zest de cítrico ou outro acessório. Super estimulante e perfumado, tem a vantagem adicional de conter metade de álcool de um gim tônica ou de outro long drink com destilados. Pode deixar a garrafa aberta vários dias e ir dosando conforme a vontade. Se deixar na geladeira, dura ainda mais tempo.
Diversidade crescente
Claro que cada qual tem seus vinhos e rótulos preferidos. Mas a diversidade das mais variadas origens e tipos atraentes de uvas, em vinhos bem-feitos, cresce cada vez mais. Nunca foi tão fácil desfrutar de vinhos bem elaborados com tipicidade e personalidade regional, de gostos, aromas e perfis variados. Como uma volta ao mundo na palma da mão – ou do copo. As disponibilidades no mercado são muito amplas. Vale a pena explorar esse universo desafiante e ir selecionando novas preferências.
Boas notícias
Para os amantes dos vinhos, 2026 trouxe a celebração do acordo comercial entre o Mercosul e União Europeia. Foi ajustada a redução do imposto de importação dos vinhos europeus no Brasil. Atualmente em 27%, a alíquota deverá ser reduzida progressivamente até zerar o final do ciclo de 8 anos. Como a Europa está saturada de vinho, precisando vender é bem possível que a conjugação desses dois fatores – oferta abundante e custo fiscal menor -, venha a tornar mais atraentes as etiquetas de preços. Poderemos beber vinhos a preços mais condizentes, ou subir a régua da qualidade sem gastar mais do que hoje numa garrafa menos atraente.
A moda em 2026
Nesse campo permanece a tendência de vinhos com boa presença de fruta, intensidade, porém sem peso. Mais elegantes, definidos, limpos e fluídos. Com baixos teores de madeira, ou nenhum conforme o caso.
Os champagnes e espumantes esboçam um caminho novo, com mineralidade mais acentuada, maior crocância do que habitualmente.
E cada vez mais vinhos bem feitos, com limpidez e definição, em todas as faixas de preços. Os vinhos de enologia menos cuidadosa perdem espaço progressivamente. O consumidor já aprendeu a deixá-los de lado.
Também a apelo crescente a tintos e brancos elaborados com uvas de vinhedos tratados com o mínimo de intervenções químicas e artificiais, bem como os mesmos princípios aplicados nas adegas, tanto quanto possível. Embora os vinhos naturais propriamente ditos sejam um nicho muito reduzido e para conhecedores, o apelo à valorização da natureza no processo de elaboração dos vinhos em geral tem sido crescente e bem recebido pelos aficionados.
Vinho do Porto, mesmo no calor.
Sem dúvida um dos maiores vinhos do mundo, reputação secular ao lado dos Borgonha, Bordeaux e Champagne, o Vinho do Porto tem também seu lado versátil e casual.
Muito apreciado na Europa durante o verão, nas festas, baladas ou encontros casuais, o Port Tonic cada vez mais expande o número de aficionados. Num copo de long drink, muito gelo, uma dose de Vinho do Porto branco e água tônica. Pode arrematar com folhas de hortelã, zest de cítrico ou outro acessório. Super estimulante e perfumado, tem a vantagem adicional de conter metade de álcool de um gim tônica ou de outro long drink com destilados. Pode deixar a garrafa aberta vários dias e ir dosando conforme a vontade. Se deixar na geladeira, dura ainda mais tempo.
Diversidade crescente
Claro que cada qual tem seus vinhos e rótulos preferidos. Mas a diversidade das mais variadas origens e tipos atraentes de uvas, em vinhos bem-feitos, cresce cada vez mais. Nunca foi tão fácil desfrutar de vinhos bem elaborados com tipicidade e personalidade regional, de gostos, aromas e perfis variados. Como uma volta ao mundo na palma da mão – ou do copo. As disponibilidades no mercado são muito amplas. Vale a pena explorar esse universo desafiante e ir selecionando novas preferências.

