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Pessoas

Maior prova em equipe do MasterChef deixa 80 convidados sem comida

Priscila Bueno, especial para o Bom Gourmet
15/04/2019 01:01
Os participantes do MasterChef vivenciaram na pele o que é uma cozinha sob pressão. Eles tiveram que fazer sanduíches de kebab (também conhecido como churrasco grego) para nada menos do que 400 pessoas, mais exatamente as jogadoras de futebol do Corinthians e Santos e convidados. Isso em três horas de prova e sob um sol escaldante (Marcus e Rosana chegaram a passar mal).
Divididos em dois grupos – azul e amarelo –, eles foram liderados por Janaína e Juliana N. Henrique Fogaça acrescentou que os segredos são a carne bem temperada e a montagem do espeto, pois as carnes são assadas na vertical.
No churrasco grego, a carne é assada em um espeto na vertical. Foto: Carlos Reinis/Band/Divulgação
No churrasco grego, a carne é assada em um espeto na vertical. Foto: Carlos Reinis/Band/Divulgação
E teve desafios de todos os tamanhos, desde limpar a carne do carneiro em velocidade acelerada, temperá-la (uma especiaria usada foi a canela) sem tempo de marinar, tostar as berinjelas para garantir o sabor característico do babaganoush até aprender a ligar a churrasqueira onde ia a carne (a equipe amarela perdeu 30 minutos com a máquina desligada), além de preparar um sanduíche vegetariano para atender uma das convidadas.
Depois de preparar o sanduíche, outro problema era montá-los em larga escala. Em 15 minutos, a equipe azul ainda tinha que montar 300 sanduíches. Eles chegaram a perder o sanduíche vegetariano exatamente na hora da entrega. O resultado foi que a equipe azul não conseguiu entregar os 400 sanduíches (entregaram 320) e na votação também levou a pior. A amarela conseguiu 299 votos contra a 101 da azul.
As duas equipes seguiram por receitas clássicas. A equipe amarela serviu o kebab de carne bovina com molho de iogurte e pepino e babaganoush. A azul serviu carne de carneiro, com salada de alface, tomate, pepino e cebola e molho de coalhada e hortelã.
Um dos grandes problemas foi a montagem. Foto: Carlos Reinis/Band/Divulgação
Um dos grandes problemas foi a montagem. Foto: Carlos Reinis/Band/Divulgação

 Confeitaria: o maior medo

Os nove que se deram mal na primeira prova foram para a eliminação e tiveram que fazer churros e dois molhos. Juliana N.(a capitã do time) pôde salvar duas pessoas ou salvar a si mesmo e acabou subindo ao mezanino. André, Weverton, Ecatharine, Carlos, Fernando, Haila, Rosana e Juliana foram para eliminação.
Paola explicou que os churros têm como base a pâte à choux (ou massa da bomba) que depois é frita. Jacquin chegou a explicar até as quantidades de água, manteiga, farinha (partes iguais de água e farinha e ½ parte de manteiga. A receita ainda leva ovos). Mas muita gente sequer prestou atenção. “Na confeitaria a proporção é super importante, tem um porquê”, explicou Paola.
Poucos conseguiram entrar um churros de verdade. Rosana foi escolhida a melhor da noite, ao servir um churros mais próximo do original, com creme de maracujá e de chocolate. Carlos e Fernando foram os piores da noite. Fernando apesar de ter apresentado um bolinho que desmontava, “dava para comer”, nas palavras de Paola. Carlos, nem isso, o que acabou o eliminando.